Os candidatos à presidência dos EUABarack Obama, democrata, e Mitt Romney, republicano, fizeram nesta quarta-feira (3) um debate acalorado, dominado pelos temas econômicos, em que o desafiante manteve sob pressão o atual presidente, que tenta a reeleição.
O debate televisionado, dedicado principalmente aos temas da política interna e economia dos EUA, tinha seis segmentos previstos de 15 minutos cada, mas acabou não seguindo fielmente essa progamação graças à "alta temperatura" da discussão entre os rivais.
A 33 dias das eleições de novembro, o debate, primeiro de uma série de três, estava sendo encarado como uma maneira de o desafiante Romney, de 65 anos, ligeiramente atrás de Obama, de 51, nas pesquisas eleitorais, "virar o jogo" sobre o adversário.
Agressivo desde o começo, o republicano várias vezes interrompeu o rival e o mediador. Ele atacou as políticas do presidente e disse que seu primeiro governo "não teve sucesso" ao lidar com a crise.
Já Obama defendeu seu governo, bateu na tecla de que o pior da crise já passou e acusou o rival de não ter propostas claras em alguns pontos e de "repetir" políticas que já não deram certo nos governo do ex-presidente George W. Bush.
Os candidatos republicano, Mitt Romney, e democrata, Barack Obama, se cumprimentam nesta quarta-feira (3) no debate em Denver, no Colorado (Foto: AP)
Em meio às diferenças, os dois candidatos prometeram baixar impostos para reaquecer a economia e melhorar a vida da classe média.
O veterano editor-executivo do "PBS NewsHour", Jim Lehrer, foi o mediador.
No início, os candidatos se cumprimentaram rapidamente, sob aplausos da plateia na Universidade de Denver, no Colorado.
Criação de empregos
A primeira pergunta, para Obama, foi sobre quais são as diferenças entre os dois candidatos em relação à criação de empregos, o que gerou uma acalorada conversa também sobre carga tributária -principalmente para a classe média-, educação e produção de energia.
Obama rememorou o fato de o país ter enfrentado uma grande crise financeira e ter ficado "à beira do colapso", mas ter conseguido reagir, criando 5 milhões de empregos em 30 meses.
O atual presidente afirmou que a tarefa pela frente é de "reconstruir" o país, e que falta muito a ser feito, mas os EUA vão pelo caminho certo, com investimentos em educação e em fontes renováveis de energia.
O presidente que tenta a reeleição criticou a "perspectiva" de Romney, de baixar impostos e diminuir a regulamentação e disse que o importante é investir em educação e agir junto aos pequenos negócios.
Em meio às diferenças, os dois candidatos prometeram baixar impostos para reaquecer a economia e melhorar a vida da classe média.
O veterano editor-executivo do "PBS NewsHour", Jim Lehrer, foi o mediador.
No início, os candidatos se cumprimentaram rapidamente, sob aplausos da plateia na Universidade de Denver, no Colorado.
Criação de empregos
A primeira pergunta, para Obama, foi sobre quais são as diferenças entre os dois candidatos em relação à criação de empregos, o que gerou uma acalorada conversa também sobre carga tributária -principalmente para a classe média-, educação e produção de energia.
Obama rememorou o fato de o país ter enfrentado uma grande crise financeira e ter ficado "à beira do colapso", mas ter conseguido reagir, criando 5 milhões de empregos em 30 meses.
O atual presidente afirmou que a tarefa pela frente é de "reconstruir" o país, e que falta muito a ser feito, mas os EUA vão pelo caminho certo, com investimentos em educação e em fontes renováveis de energia.
O presidente que tenta a reeleição criticou a "perspectiva" de Romney, de baixar impostos e diminuir a regulamentação e disse que o importante é investir em educação e agir junto aos pequenos negócios.