As cinco principais empresas aéreas brasileiras disseram ter gastado, juntas, cerca de R$ 70 milhões em assistência a passageiros por cancelamentos de voos, atrasos e overbooking apenas em 2011. O balanço foi feito pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), a pedido do jornal Folha de S. Paulo. Participaram da pesquisa TAM, Gol, Avianca, Azul e Trip. Por ter sido adquirida pela Gol, a Webjet não entrou na conta. A norma que impõe as obrigações é de 2010, criada pela Anac (Agência Nacional da Aviação Civil). Ela determina que as empresas ofereçam acesso à internet, alimentação, transporte e hospedagem. Quanto maior o tempo de espera do passageiro, maior a indenização.
As empresas se queixam, principalmente, de as compensações ao passageiro serem aplicadas também em casos que lhes fogem do controle, como greves e problemas meteorológicos. "Embora a responsabilidade de todo o processo de viagem de avião não seja exclusiva das empresas aéreas, são elas que indenizam os passageiros", informou a Abear, criada em agosto para defender o interesse das empresas. De acordo com o jornal, a Anac entende se tratar de risco inerente à atividade e que as companhias aéreas são responsáveis pelos passageiros que compra o bilhete. O Código de Defesa do Consumidor também atribui responsabilidade às empresas em casos semelhantes.
As empresas se queixam, principalmente, de as compensações ao passageiro serem aplicadas também em casos que lhes fogem do controle, como greves e problemas meteorológicos. "Embora a responsabilidade de todo o processo de viagem de avião não seja exclusiva das empresas aéreas, são elas que indenizam os passageiros", informou a Abear, criada em agosto para defender o interesse das empresas. De acordo com o jornal, a Anac entende se tratar de risco inerente à atividade e que as companhias aéreas são responsáveis pelos passageiros que compra o bilhete. O Código de Defesa do Consumidor também atribui responsabilidade às empresas em casos semelhantes.
