Autoridades reguladoras exigiram controles para verificar se a aeronave estava em condições de voar, um dia depois da descoberta de fumaça no avião por causa de sinais de fusão em uma bateria.
O incidente ocorre um ano após as companhias aéreas JAL e ANA serem obrigadas a deixar em terra seus aviões Dreamliner por problemas de superaquecimento das baterias.
Na ocasião, todos os 787 da Boeing foram forçados a permanecer fora de serviço por mais de três meses, enquanto o fabricante de aviões procurava uma solução para o problema.
A companhia aérea ANA informou que todos os seus 787 funcionam dentro da normalidade.
"O incidente é um caso isolado e é difícil dizer quando estarão completas as revisões e reparação do problema", disse um funcionário da Direção de Avião Civil do Japão.
A agência reguladora se encarregará de supervisionar as inspeções na unidade de alimentação produzida pela fabricante de baterias GS Yuasa, JAL e Boeing.
