Meles Zenawi, em foto de arquivo de setembro de
2010. (Foto: Frank Franklin II / arquivo / AP Photo)
O primeiro-ministro da Etiópia, Meles Zenawi, um dos líderes mais influentes da África, morreu aos 57 anos, informou nesta terça-feira (21) a televisão estatal etíope.
Zenawi, que nos últimos meses se distanciara da vida pública por conta de uma doença, morreu no início da madrugada desta terça, indicou a emissora estatal ao ler um comunicado do Conselho de Ministros que não precisa a causa da morte.
Segundo o texto, o vice-primeiro-ministro e titular da pasta de Relações Exteriores, Hailemariam Desalegn, irá liderar por enquanto o Conselho de Ministros, e o governo manterá seus compromissos continentais e internacionais.
Em julho, o ministro da Comunicação etíope, Simon Bereket, indicara que Zenawi se recuperava de uma doença causada por esgotamento. "Ele tem alguns problemas de saúde que requeriam atendimento médico. Neste momento, seu estado de saúde é muito bom e estável", disse Bereket na época.
O ministro se dirigiu à imprensa depois de terem circulado versões indicando que o líder etíope estaria internado em situação crítica em um hospital de Bruxelas.
Os rumores sobre a saúde de Zenawi ganharam força devido à sua ausência na 19ª Sessão Ordinária da Assembleia de Chefes de Estado e de Governo da União africana (UA), da qual era anfitrião em Adis-Abeba em julho passado.
Zenawi dirigia a Etiópia desde 1991, quando derrubou o governo de Mengistu Haile Mariam, líder da Junta Militar que controlou o país de 1974 a 1987.
Zenawi, um grande aliado do Ocidente na luta contra o terrorismo, foi presidente de 1991 a 1995, ano a partir do qual exerceu a função de primeiro-ministro.
2010. (Foto: Frank Franklin II / arquivo / AP Photo)
O primeiro-ministro da Etiópia, Meles Zenawi, um dos líderes mais influentes da África, morreu aos 57 anos, informou nesta terça-feira (21) a televisão estatal etíope.
Zenawi, que nos últimos meses se distanciara da vida pública por conta de uma doença, morreu no início da madrugada desta terça, indicou a emissora estatal ao ler um comunicado do Conselho de Ministros que não precisa a causa da morte.
Segundo o texto, o vice-primeiro-ministro e titular da pasta de Relações Exteriores, Hailemariam Desalegn, irá liderar por enquanto o Conselho de Ministros, e o governo manterá seus compromissos continentais e internacionais.
Em julho, o ministro da Comunicação etíope, Simon Bereket, indicara que Zenawi se recuperava de uma doença causada por esgotamento. "Ele tem alguns problemas de saúde que requeriam atendimento médico. Neste momento, seu estado de saúde é muito bom e estável", disse Bereket na época.
O ministro se dirigiu à imprensa depois de terem circulado versões indicando que o líder etíope estaria internado em situação crítica em um hospital de Bruxelas.
Os rumores sobre a saúde de Zenawi ganharam força devido à sua ausência na 19ª Sessão Ordinária da Assembleia de Chefes de Estado e de Governo da União africana (UA), da qual era anfitrião em Adis-Abeba em julho passado.
Zenawi dirigia a Etiópia desde 1991, quando derrubou o governo de Mengistu Haile Mariam, líder da Junta Militar que controlou o país de 1974 a 1987.
Zenawi, um grande aliado do Ocidente na luta contra o terrorismo, foi presidente de 1991 a 1995, ano a partir do qual exerceu a função de primeiro-ministro.