O tribunal internacional que julga o genocídio do Camboja colocou neste domingo em liberdade "com condições provisórias" a ex-ministra de Assuntos Sociais do Khmer Vermelho Ieng Thirith, perante a impossibilidade de julgá-la devido à demência que sofre.
A Corte Suprema do tribunal ordenou a libertação três dias depois que os juízes decidiram suspender as acusações e parar indefinidamente o processo judicial contra a acusada pelo fato que lhe foi diagnosticado alzheimer.
Na ordem de libertação, a última instância do tribunal impôs como condição a obrigatoriedade de Ieng de comunicar à corte sua residência e de não trocá-la sem autorização prévia.
Também lhe ordenou que entregue o passaporte e qualquer outro documento de viagem, que permaneça no Camboja, e que responda perante qualquer citação do tribunal.