Barrichello acertou com a Medley para disputar as últimas três provas da Stock Car em 2012
Vinte e dois anos depois de sair do Brasil, Rubens Barrichello volta ao país — e para ficar por mais de um fim de semana. O veterano de 40 anos encerrou o calendário da Fórmula Indy e fechou com a Medley/ Full Time para as etapas de Curitiba, Brasília e Interlagos da Stock Car. A primeira experiência de Rubinho na categoria será neste domingo, às 9h30m, na capital paranaense, largando em 15º lugar. O novo capítulo de uma carreira que não tem data para acabar.
Já está com algum plano em mente para 2013?
A principio, o pensamento é disputar de novo a Fórmula Indy (Rubinho correu junto com Tony Kanaan na equipe KV Racing). Ainda não estou com nada certo na KV, o Tony já possui um acordo. Isso está em aberto.
E o que está achando da breve experiência na Stock Car neste fim de temporada?
É uma curtição muito grande, porque não havia sido planejado. As situações mais legais da nossa carreira são essas. Não foi nada programado, aconteceu de uma hora para outra.
Vinte e dois anos depois de sair do Brasil, Rubens Barrichello volta ao país — e para ficar por mais de um fim de semana. O veterano de 40 anos encerrou o calendário da Fórmula Indy e fechou com a Medley/ Full Time para as etapas de Curitiba, Brasília e Interlagos da Stock Car. A primeira experiência de Rubinho na categoria será neste domingo, às 9h30m, na capital paranaense, largando em 15º lugar. O novo capítulo de uma carreira que não tem data para acabar.
Já está com algum plano em mente para 2013?
A principio, o pensamento é disputar de novo a Fórmula Indy (Rubinho correu junto com Tony Kanaan na equipe KV Racing). Ainda não estou com nada certo na KV, o Tony já possui um acordo. Isso está em aberto.
E o que está achando da breve experiência na Stock Car neste fim de temporada?
É uma curtição muito grande, porque não havia sido planejado. As situações mais legais da nossa carreira são essas. Não foi nada programado, aconteceu de uma hora para outra.
O piloto disputou a última temporada da Fórmula Indy pela KV Racing Foto: Reuters
A Fórmula 1 não aparece em nenhum lugar desse planejamento para o futuro?
Sempre achei que, na vida, as pessoas não devem fechar portas para nada, nem ninguém. Se no futuro houver um convite, certamente estarei com o ouvido aberto à situação. Tenho muito a fazer ainda (Rubinho deixou a Williams em 2011).
Quais as principais diferenças entre a Fórmula Indy e a Fórmula 1?
São duas categorias diferentes, mas não faço o julgamento de qual é melhor, acho que não existe isso. Na Indy, a gente opera com um "budget" (orçamento, em inglês) menor, não podemos usar as mesmas parafernálias eletrônicas, é mais limitado. Mas uma diferença é que a gente fica mais perto do público, existe mais contato com as pessoas.
Mudou a forma como o público recebeu você?
Não mudou muito. Recebi o mesmo carinho das pessoas.
O que achou da aposentadoria do Schumacher?
Normal. Meu pai ensinou que a gente sempre precisa estar preparado, e a Fórmula 1 é momento — para experientes e para jovens. Hoje, qualquer piloto que não conheça a pista dirige no simulador e chega sabendo. Quando comecei (na F-1, em 1993), não havia isso.
E sobre os brasileiros que seguem na Fórmula 1?
Vejo que o (Felipe) Massa continua em uma equipe competitiva, sempre com uma chance de vitória. Isso é muito importante. Sobre o (Bruno) Senna, não posso saber ainda o que a gente pode esperar, não está com um ano muito fácil.
A Fórmula 1 não aparece em nenhum lugar desse planejamento para o futuro?
Sempre achei que, na vida, as pessoas não devem fechar portas para nada, nem ninguém. Se no futuro houver um convite, certamente estarei com o ouvido aberto à situação. Tenho muito a fazer ainda (Rubinho deixou a Williams em 2011).
Quais as principais diferenças entre a Fórmula Indy e a Fórmula 1?
São duas categorias diferentes, mas não faço o julgamento de qual é melhor, acho que não existe isso. Na Indy, a gente opera com um "budget" (orçamento, em inglês) menor, não podemos usar as mesmas parafernálias eletrônicas, é mais limitado. Mas uma diferença é que a gente fica mais perto do público, existe mais contato com as pessoas.
Mudou a forma como o público recebeu você?
Não mudou muito. Recebi o mesmo carinho das pessoas.
O que achou da aposentadoria do Schumacher?
Normal. Meu pai ensinou que a gente sempre precisa estar preparado, e a Fórmula 1 é momento — para experientes e para jovens. Hoje, qualquer piloto que não conheça a pista dirige no simulador e chega sabendo. Quando comecei (na F-1, em 1993), não havia isso.
E sobre os brasileiros que seguem na Fórmula 1?
Vejo que o (Felipe) Massa continua em uma equipe competitiva, sempre com uma chance de vitória. Isso é muito importante. Sobre o (Bruno) Senna, não posso saber ainda o que a gente pode esperar, não está com um ano muito fácil.