O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, está “assimilando” o tratamento contra a insuficiência respiratória, embora ainda não tenha apresentado nenhuma melhora no quadro de saúde, informou nesta segunda-feira (7) o governo venezuelano.
De acordo com o ministro de Comunicação, Ernesto Villegas, Chávez tem quadro "estável".
“O presidente se encontra em uma situação estável em relação à descrita no boletim anterior, [divulgado na última quinta-feira, 3] quando foi informada a insuficiência respiratória do comandante Chávez”, disse Villegas na cadeia nacional de rádio e televisão.
Foto de Chávez em barbearia de Havana (Foto: AP)
Chávez foi submetido a quatro cirurgias para o tratamento de um tumor, na região pélvica. A última operação foi feita em 11 de dezembro e, desde então, o presidente não tem apresentado melhoras.
O país enfrenta um imbróglio político com a situação de Chávez. Reeleito, o presidente deveria comparecer na Assembleia Nacional nesta quinta-feira (10) para tomar posse.
Aliados defendem que, se Chávez não for à posse no dia 10, poderá assumir o poder frente à Justiça posteriormente. Opositores defendem que novas eleições devam ser convocadas.
A Conferência Episcopal Venezuelana (CEV) tachou nesta segunda-feira (7) de "moralmente inaceitável" alterar a Constituição para "atingir um objetivo político", referindo-se à polêmica em torno da posse do presidente Hugo Chávez prevista para quinta. Já o Brasil não vê problemas na instabilidade política do país vizinho. O assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, afirmou nesta segunda-feira (7) que o governo brasileiro não está preocupado com uma possível desestabilização institucional em razão de um eventual adiamento da posse do presidente Hugo Chávez, internado em estado grave em Cuba.
Chávez foi submetido a quatro cirurgias para o tratamento de um tumor, na região pélvica. A última operação foi feita em 11 de dezembro e, desde então, o presidente não tem apresentado melhoras.
O país enfrenta um imbróglio político com a situação de Chávez. Reeleito, o presidente deveria comparecer na Assembleia Nacional nesta quinta-feira (10) para tomar posse.
Aliados defendem que, se Chávez não for à posse no dia 10, poderá assumir o poder frente à Justiça posteriormente. Opositores defendem que novas eleições devam ser convocadas.
A Conferência Episcopal Venezuelana (CEV) tachou nesta segunda-feira (7) de "moralmente inaceitável" alterar a Constituição para "atingir um objetivo político", referindo-se à polêmica em torno da posse do presidente Hugo Chávez prevista para quinta. Já o Brasil não vê problemas na instabilidade política do país vizinho. O assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, afirmou nesta segunda-feira (7) que o governo brasileiro não está preocupado com uma possível desestabilização institucional em razão de um eventual adiamento da posse do presidente Hugo Chávez, internado em estado grave em Cuba.