O presidente da Câmara, Eduardo Cunha - Ailton de Freitas / Agência O Globo
RIO DE JANEIRO — O Presidente da Câmara, Eduardo Cunha, um dos políticos que serão investigados pelo Supremo Tribunal Federal por envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras, desmentiu na madrugada deste sábado as acusações apresentadas pela Procuradoria Geral da República. O ministro Teori Zavascki determinou a abertura de inquérito contra Cunha por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
"Não terei qualquer problema em ser investigado. Toodos podem ser investigados e esclarecerem qualquer dúvida (sic)", escreveu o deputado em sua conta no Twitter. "Primeiro obvio que desminto todas as afirmações do PGR contidas na peticao (sic). Pmdb na Camara nunca teeve nada a ver com indicação de Paulo Roberto Costa (sic)", acrescentou.
As acusações contra Eduardo Cunha, que teria recebido propina de empresas de afretamento de navios e empreiteiras com contratos com a Petrobras, estão baseadas em depoimentos da delação premiada do doleiro Alberto Yousseff e do policial federal Jaime Alves de Oliveira Filho. De acordo com o pedido de investigação apresentado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, parte do dinheiro destinado a Cunha era repassado ao lobista Fernando Soares, apontado como operador do PMDB no esquema de propina do partido na Petrobras.
No entanto, o presidente da Câmara negou que Soares representasse o PMDB e a ele próprio. "(Fernando Soares) Fala em representações na Camara de deputados cem (sic) citar a representacao, que absolutamente não existe", disse Cunha.
O deputado ainda classificou como absurdo criminalizar as doações de campanhas recebidas pelas empresas envolvidas no esquema de corrupção deflagrado pela Polícia Federal. Para a PGR, parte desses recursos seriam propinas camufladas por doações estimadas em R$ 2,3 milhões feitas pelas empreiteiras Camargo Correa, Odebrecht, Queiroz Galvão e Engevix.
"Imagina só todas as campanhas majoritarias, incluindo Dilma,Aecio e todas as outras também receberam doações dessas empresas. Por que então não abriram inquérito contra todos que receberam doações desses emppresas? (sic)", disse Cunha.
RIO DE JANEIRO — O Presidente da Câmara, Eduardo Cunha, um dos políticos que serão investigados pelo Supremo Tribunal Federal por envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras, desmentiu na madrugada deste sábado as acusações apresentadas pela Procuradoria Geral da República. O ministro Teori Zavascki determinou a abertura de inquérito contra Cunha por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
"Não terei qualquer problema em ser investigado. Toodos podem ser investigados e esclarecerem qualquer dúvida (sic)", escreveu o deputado em sua conta no Twitter. "Primeiro obvio que desminto todas as afirmações do PGR contidas na peticao (sic). Pmdb na Camara nunca teeve nada a ver com indicação de Paulo Roberto Costa (sic)", acrescentou.
As acusações contra Eduardo Cunha, que teria recebido propina de empresas de afretamento de navios e empreiteiras com contratos com a Petrobras, estão baseadas em depoimentos da delação premiada do doleiro Alberto Yousseff e do policial federal Jaime Alves de Oliveira Filho. De acordo com o pedido de investigação apresentado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, parte do dinheiro destinado a Cunha era repassado ao lobista Fernando Soares, apontado como operador do PMDB no esquema de propina do partido na Petrobras.
No entanto, o presidente da Câmara negou que Soares representasse o PMDB e a ele próprio. "(Fernando Soares) Fala em representações na Camara de deputados cem (sic) citar a representacao, que absolutamente não existe", disse Cunha.
O deputado ainda classificou como absurdo criminalizar as doações de campanhas recebidas pelas empresas envolvidas no esquema de corrupção deflagrado pela Polícia Federal. Para a PGR, parte desses recursos seriam propinas camufladas por doações estimadas em R$ 2,3 milhões feitas pelas empreiteiras Camargo Correa, Odebrecht, Queiroz Galvão e Engevix.
"Imagina só todas as campanhas majoritarias, incluindo Dilma,Aecio e todas as outras também receberam doações dessas empresas. Por que então não abriram inquérito contra todos que receberam doações desses emppresas? (sic)", disse Cunha.